
Com J.L.Borges senti sempre que estava a ler um Clássico, resistindo por vezes a lê-lo demasiado, não fosse esgotar o prazer e com ele matar a estranha magia da sua escrita, ao mesmo tempo tão clara, lúcida, e sempre cheia de novos prismas a cada nova leitura.
História Universal da Infâmia,
Ficções,
O Aleph…. Agora posso recomeçar. Abro o 1º volume das Obras Completas, entre 1923 e 1949…
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