Os donos da bola

Bom, à parte essa misturada da democracia com o futebol, que continuo sinceramente sem perceber muito bem porquê, urge então já agora perguntar se, não podem igualmente os jogadores exprimirem-se sempre que lhes apeteça contra esses críticos. E se a isso juntarmos a vontade que possivelmente os jogadores têm que Portugal ganhe sempre e jogue bem, … bem, então estamos conversados. A questão parece lapidar, de tão simplória que é, mas convém recordá-la sempre. Não vá dar-se o caso de uns quantos, à boleia da opinião pública que dizem representar, confundirem a democracia com a sua actividade opinativa.
Mas o que me traz aqui é sobretudo essa bondade do FJV, em considerar tão bem todos os críticos. Hoje o Rui Santos, jornalista e crítico da bola, traz simplesmente esta peça , imbecil e assassina, a propósito de Scolari. Quem puder leia (é curtinha) e diga a que é que isto vem a propósito, e exactamente na altura em que uma equipa está em plena campanha de um mundial de futebol e em retiro competitivo.
É por estas e muitas outras, que cada vez sou mais pró-sargentão! E mais anti-crítico da bola.
E viva Scolari. E já agora, viva também a democracia, que continuo sem saber ao que vem para aqui chamada!
1 Comments:
Tem razão, Rogério. Tem razão. Cabe ao crítico, antes de mais, estar disponível para ser criticado.
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