Público

Nestas coisas de vícios e venenos, evito tomar demasiado. E para opinion makers que tudo sabem e de tudo falam, já chega aqui o do insustentável.
Retomando pois o início, devo dizer que para já, para primeiro choque, gostei!
O Público antigo aborrecia-me, com aquele ar penteadinho, inteligente e cinzentão, mas onde afinal os conteúdos estavam por vezes tão armadilhados e cheios de mau jornalismo, como em qualquer outro jornal.
Assim pelo menos até o papel é melhor, e parece que não nos deixa as letras todas coladas aos dedos. Vamos ver se é para durar.
Já o "Mil Folhas" – razão que me levava a comprar o Público – morreu.
Nasceu o Ípsilon, espécie de fusão entre os anteriores "Mil Folhas" e "Y".
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