
Conforme havia prometido em
post recente, acabo de ler
Aquilo Que Eu Amava, de Siri Hustvedt, e envio-o direitinho para a galeria dos mais de 2005. Do marketing lapidar que acompanha hoje uma grande parte da literatura, subscrevo a do Los Angeles Times:
"Nenhuma imagem ou frase é supérflua e o resultado é uma magnífica obra sobre ideias e emoções... Um livro arrebatador que desafia qualquer categorização."
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