A Adelaide

Depois de ter feito o que fez, com a marcação da data das eleições para a C.M.Lisboa, ficamos todos nós -maliciosos e maldizentes- a saber que afinal a primeira escolha da data de 1 de Julho pela governadora Adelaide Rocha, não teve nada a ver com a necessidade repentina, que a senhora terá sentido, de fazer o jeito a quem lhe deu o tacho onde está agora, e todos os outros por onde terá passado até hoje.
É que finalmente ficamos sabedores sobre o método com que terá chegado ao dia 1 de Julho.
Diz agora a Adelaide: «Estou de consciência tranquila agora que marquei o dia 15, como estava quando marquei o dia 1».
«É um dia como outro qualquer».
A primeira escolha há-de ter sido portanto por moeda ao ar. Dia 1, dia, 8, dia 15,… que diferença faz isso? A Lei? Tratamento de equidade para as listas independentes? Para formar coligações? Ora!
A primeira escolha há-de ter sido portanto por moeda ao ar. Dia 1, dia, 8, dia 15,… que diferença faz isso? A Lei? Tratamento de equidade para as listas independentes? Para formar coligações? Ora!
Etiquetas: C.M.L., Cunhas e Amiguismo e Tráfico, Política
1 Comments:
Se é a lei, é a lei, seja o dia 15. Se ambas as datas eram possíveis, nãom duvido de que o dia 1 era mais favorável a uma participação forte, já que por dia 15 meia Lisboa estará de férias, e isso deve também ser tido em conta.
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