Livros no bolso

Sabe-se que o mercado do livro de bolso em Portugal não é nada por aí além, sobretudo quando comparado com outros países. Até hoje os portugueses ainda tratam – talvez compreensivelmente – o livro como um objecto de luxo, quase decorativo, embelezador de status e estantes, e sujeito aos ímpetos coleccionistas infertéis (a bem dizer, mais recolectores) de alguns. Pensa-se que outros chegam mesmo a lê-los! Parece que tal panorama se estará gradualmente a modificar. Pelo menos é o que pensam agora estas três editoras e ainda a Dom Quixote. É que quanto mais saudável for a relação dos portugueses com o livro, como algo que pode ser manuseado, marcado, um vinco ou outro numa página, emprestado e até mesmo lido sem pinças, maior poderá ser este mercado do livro de bolso, e menores serão os custos da sua aquisição. Digo eu.
Os primeiros livritos sairão já em Maio:
Ilíada, de Homero, 508 pp., 14 euros
D. Quixote I, de Cervantes, 552 pp., 13 Euros
D. Quixote II, de Cervantes, 576 pp., 13 Euros
Mensagem, de Fernando Pessoa, 96 pp., 4 Euros
Três Homens num barco, de Jerome K. Jerome, 252 pp., 7 Euros
Poemas, de Mário de Sá-Carneiro, 144 pp, 4 Euros
Contos de S. Petersburgo, de Gogol, 288 pp., 7 Euros
Orlando, de Virginia Woolf, 240 pp., 7 Euros
O que é a filosofia?, de Ortega y Gasset, 208 pp. 6 Euros
Etiquetas: Livros
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