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domingo, outubro 21, 2007

livros da minha vida

Bem, para sair um pouco da letargia blogueira, nada melhor que responder ao repto, lançado pelo Paulo do Tónica Dominante, sobre os livros da minha vida. Como me parece que a expectativa é a de nos referirmos à ficção, deixo assim de lado a poesia, e a outra vertente, a antropológica e sociológica. Para isto não me deito a grandes reflexões, mas antes liberto a memória. Se passados tantos anos ainda me lembro e penso em tais livros, então é porque eles devem de facto pertencer à minha vida:
José Mauro de Vasconcelos - «O meu Pé de Laranja Lima»
Enid Blyton - «A Aventura na Montanha»
Eça de Queiroz - «Os Maias»
Vergílio Ferreira - «Manhã Submersa»
Camilo Castelo Branco - «Amor de Solidão»
Lawrence Durrel - «O Quarteto de Alexandria»
José Garcia Marquez - «Cem Anos de Solidão»

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domingo, agosto 12, 2007

Para férias

Agora é a minha vez. Já a malta volta de férias e alguns até com uma pele nova, e eu ainda por aqui ando. Por isso, adeus, e até ao meu regresso, lá bem para os princípios de Setembro. Vai ser um pouco de tudo: mar, rio e campo, que assim é que gosto. Como é costume, levo debaixo do braço uma resma de livros. Pela foto podem facilmente constatar, que o que mais levo é sobretudo uma grande dose de optimismo sobre as minhas capacidades de leitura. Mas o que não se ler fica como a reentré livresca lá de casa, e quiçá dure até Outubro.
#Natalia Ginzburg - Foi Assim. Livros Cotovia, 1992
#Bernardo Carvalho - O sol se põe em São Paulo. Livros Cotovia, 2007
#Pietro Citati - História primeiro feliz, depois dolorosa e funesta. Livros Cotovia, 1998
#Ruy Duarte de Carvalho - Os Papéis do Inglês. Livros Cotovia, 2000
#Zuenir Ventura - Inveja: mal secreto. Asa, 2005
De música, atiro para dentro do iPod mais umas coisitas, a juntar às que já lá se vão amontoando desde há uns meses.
De Clássica vai:
#Debussy; Dutilleux; Ravel : String Quartets (Belcea Quartet). EMI 2001
#Rare French Works for Violin and Orchestra: (Philippe Graffin: violin; The Ulster Orchestra; Thierry Fischer: conductor). Hyperion, 2001
#Rachmaninov: Sonata for cello & piano op.19; Bridge: 4 pieces for cello & paino; sonata for cello & piano. Jerôme Pernoo (cello) e Jerôme Ducros (piano). Ogam, 2002
Jazz:
#Coleman Hawkins: Good Old Broadway (Coleman Hawkins: tenor saxophone; Tommy Flanagan: piano; Major Holly Jr.: bass; Eddie Locke: drums). JVC xrcd
#John Coltrane: Black Pearls (John Coltrane: tenor saxophone; Donald Bird: trumpet; Red Garland: piano; Paul Chambers: bass; Arthur Taylor: drums), JVC xrcd
e já agora Blues:
#Mighty Sam McClain: Keep On Movin’, JVC xrcd

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sexta-feira, agosto 10, 2007

Compêndio para uso dos Pássaros

Finalmente a tão aguardada obra completa do poeta que disse «Há muitas maneiras sérias de não dizer nada, mas só a poesia é verdadeira»! A Quasi, depois de já se ter responsabilizado pela primeira edição de Manoel de Barros, em Portugal, com "O Encantador de Palavras" (e que já tenho aqui no insustentável colocado um poema ou outro), lança agora este preciosíssimo "Compêndio para uso dos Pássaros", epílogo para todos aqueles que vêm também adquirindo aqui e acolá os lindíssimos livros que o poeta vai publicando na editora brasileira Record. São 616 páginas de imperdível "terapia literária"*.
*«A terapia literária consiste em desarrumar a linguagem a ponto que ela expresse nossos mais fundos desejos.» [Manoel de Barros]

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sexta-feira, julho 27, 2007

Livros em Cascais

O tamanho das feiras do livro, mede-se também pelas oportunidades achadas. Estas - da Cavalo de Ferro - colhi-as no Jardim Visconde da Luz. A € 6,50. A Feira do Livro de Cascais está lá até 29 de Julho.

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sábado, julho 07, 2007

As últimas 5 leituras

Respondendo ao desafio do Paulo Bastos, do Tónica Dominante, aqui vão os últimos 5 lidos. Não conto aqueles que estão ainda em progresso, abertos na mesinha, ou marcados na mala: o Walter Benjamin, o João Cabral de Melo Neto, o W. G. Sebald e o Stefan Bollman.
Também não vale aqui a chamada biografia cinzenta, papers e artigos de gestão, administração pública, auditoria, sistemas de informação, etc…é outro mundo e nem sempre tão aprazível. No lado oposto da escala do prazer, Whisky - O Melhor Guia Mundial, de Michael Jackson, também não conta, mas esse porque está sempre aberto (tal como os maltes aqui em casa).
Eis:
Pierre Klossowski – Origens Cultuais e Míticas de um Certo Comportamento das Damas Romanas - Edições Cotovia, 1991
Joseph Mitchel – O Fundo da Baía. Crónicas – Âmbar, 2007
Enrique Vila-Matas – Paris Nunca se Acaba – Teorema, 2005
Clarice Lispector – Laços de Família - Edições Cotovia, 2006
Ruy Duarte de Carvalho – Desmedida. Luanda-S.Paulo-São Francisco e Volta. Crónicas do Brasil - Edições Cotovia, 2006
E deste ponto passo a batata quente a: Ana Isabel do O Hálito Azul da Tarde, Sérgio do O Bacteriófago, Guimarães do Observador, o JG do Blog da Sabedoria (e outros blogues) e a Ana Cristina Leonardo do Meditação na Pastelaria.

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quinta-feira, junho 28, 2007

As Metamorfoses de Ovídio

A Cotovia continua a seguir o seu filão classicista.
Acaba de lançar Metamorfoses, do poeta romano Ovídio (século I a.C. - I d.C.), com tradução de Paulo Farmhouse Alberto, no que se constitui como a primeira versão integral em português deste clássico da história da cultura ocidental.
Depois do lançamento de Arte de Amar e Amores (com tradução de Carlos Ascenso André), esta edição pela Cotovia ganha todo o sentido.
Aliás, ainda nesta linha, a editora tinha já lançado também este ano, uma colectânea sobre o maior poeta lírico da Grécia antiga, Ensaios sobre Píndaro, com organização de Frederico Lourenço.
É já pois um catálogo razoável sobre o nosso berço, se tivermos em atenção as anteriores publicações de Odisseia e Ilíada, de Homero (e ainda A Odisseia de Homero adaptada para jovens); Poesia grega de Álcman a Teócrito; Satyricon, de Petrónio, e Paraíso Perdido, de John Milton.

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quarta-feira, junho 06, 2007

Livros no bolso

Livro de bolso rima, pelos vistos, com praias, aeroportos ou mesmo um alpendre numa casa de campo. Depois do recentíssimo lançamento da colecção de livros de bolso da Dom Quixote – a Booklet -, com porte, maleabilidade e preço condizentes, é agora a vez de uma colaboração inédita entre 3 editoras de referência. A Assírio & Alvim, a Cotovia e a Relógio D’Água vão ainda este mês (18) lançar uma colecção de livros de bolso, de autores clássicos e contemporâneos (ficção narrativa, poesia e ensaio). É a Biblioteca Editores Independentes (vulgarmente denominada por BI ou Biblioteca Independente), que de agora até ao final do ano, lançará 21 destes livrinhos, pequenos apenas no tamanho e preço. A qualidade da edição – tradução, fixação do texto, grafismo – serão mantidas conforme as edições normais das respectivas editoras.
Sabe-se que o mercado do livro de bolso em Portugal não é nada por aí além, sobretudo quando comparado com outros países. Até hoje os portugueses ainda tratam – talvez compreensivelmente – o livro como um objecto de luxo, quase decorativo, embelezador de status e estantes, e sujeito aos ímpetos coleccionistas infertéis (a bem dizer, mais recolectores) de alguns. Pensa-se que outros chegam mesmo a lê-los! Parece que tal panorama se estará gradualmente a modificar. Pelo menos é o que pensam agora estas três editoras e ainda a Dom Quixote. É que quanto mais saudável for a relação dos portugueses com o livro, como algo que pode ser manuseado, marcado, um vinco ou outro numa página, emprestado e até mesmo lido sem pinças, maior poderá ser este mercado do livro de bolso, e menores serão os custos da sua aquisição. Digo eu.
Os primeiros livritos sairão já em Maio:
Ilíada, de Homero, 508 pp., 14 euros
D. Quixote I, de Cervantes, 552 pp., 13 Euros
D. Quixote II, de Cervantes, 576 pp., 13 Euros
Mensagem, de Fernando Pessoa, 96 pp., 4 Euros
Três Homens num barco, de Jerome K. Jerome, 252 pp., 7 Euros
Poemas, de Mário de Sá-Carneiro, 144 pp, 4 Euros
Contos de S. Petersburgo, de Gogol, 288 pp., 7 Euros
Orlando, de Virginia Woolf, 240 pp., 7 Euros
O que é a filosofia?, de Ortega y Gasset, 208 pp. 6 Euros

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quinta-feira, maio 31, 2007

Mais Brasil na Cotovia

A Livros Cotovia está em grande azáfama neste meio de 2007. Lança uma nova colecção de literatura brasileira (contemporânea) - COLECÇÃO SABIÁ – que definitivamente vem estabelecer a literatura do português além mar, como uma das traves mestras da sua edição. Ainda a finalizar a colecção já célebre, Curso Breve de Literatura Brasileira, de 16 volumes (saídos 14, faltam apenas Primeiras Estórias, do grande, enorme, João Guimarães Rosa, e a antologia poética, A poesia «pós-cabralina»: concretos e depois), e igualmente com autores que antes mesmo foram saindo no catálogo da editora do Bairro Alto (Adélia Prado, Bernardo Carvalho, Sérgio Sant’Anna, Rubens Figueiredo, Milton Hatoum, Raduan Nassar, Samuel Rawet e André Sant’Anna), este novo braço, COLECÇÃO SABIÁ, trás para já 2 títulos: A Chave de Casa, de Tatiana Salem Levy, que será também em breve publicado no Brasil pela editora Record, e O Sol se põe em S. Paulo, o mais recente romance de Bernardo Carvalho, autor já da casa e que dispensa apresentações (Teatro, Nove Noites, Aberração e Mongólia). Já de Tatiana Salem Levy se pode dizer que nasceu em Lisboa mas que se mudou para o Rio de Janeiro com nove meses de idade. É judia, brasileira, portuguesa, possui ascendência turca e tem apenas 28 anos. Tanta raiz por certo deixa os seus traços, e é o que parece prometer a Cotovia no seu texto de apresentação: Para além da óbvia multiculturalidade que envolve esta “autora revelação”, aquilo que mais surpreende é a força do romance autobiográfico a que deu o título de A chave de casa. Nunca poderíamos supor que uma jovem adulta, de aspecto frágil, pudesse escrever de forma tão crua ao ponto de provocar uma sensação de quase claustrofobia nos seus leitores. Audaciosa, Tatiana Salem Levy, sobrepõe uma narrativa de viagem a uma história de paralisia.
Estes primeiros volumes estão já à venda na Feira do Livro de Lisboa.
Em próxima oportunidade voltarei a mais novidades da Cotovia.

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quinta-feira, maio 24, 2007

Feira do Livro

As Feiras do Livro abriram hoje: Lisboa e Porto.
Pela 1ª vez faz-se a venda de livros em língua estrangeira. E também pela 1ª vez, os livros com mais de 18 meses, têm desconto livre pelos editores, que assim vão poder praticar descontos de 20, 30, 40 e 50%. A Feira de Lisboa tem este ano 127 participantes e 189 stands.Encerra a 10 de Junho. Até lá estará aberta todos os dias, das 16:00h às 24:00h. No dia 1 de Junho (Sexta-Feira), Dia Mundial da Criança, as Feiras abrirão às 10:00h. No site da Feira do Livro de Lisboa pode-se ainda subscrever a newsletter, e assim ficar ao corrente de todas a novidades, lançamentos, eventos e Livros do Dia de cada pavilhão.

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quarta-feira, maio 23, 2007

O Fundo da Baía

Saído neste ano de 2007, em Março, O Fundo da Baía, de Joseph Mitchell, é sem dúvida um belíssimo livro. E Joseph Mitchell um grande escritor, coisa que para mim não distingue alguém pelo facto de escrever bons romances, contos ou novelas, mas pelo difícil facto de apenas escrever bem, seja lá o que for. Joseph Mitchell foi jornalista no The World, correspondente dos bairros no The Herald Tribune, repórter e redactor no The Worl-Telegram, e finalmente terminou a sua carreira na revista The New Yorker.
Estas são 6 gigantescas crónicas, publicadas nas décadas de 40 e 50 do século passado, nessa mesma revista.
Lêem-se num fósforo, mas fica-se com pena que assim seja. Mas para tal há até remédio: volta-se ao início e rele-se, pois estes são textos que aguentam muito bem isso, tal é a riqueza de pormenores, a palete das suas perspectivas, e a capacidade de ser simultaneamente transparente e complexo.
Mas o mais destas crónicas, é sobretudo o seu poder de entranhamento, e de nos transportar e fazer estar nos lugares e tempos onde decorrem. Há aqui sem dúvida, nesta literatura que é jornalismo (ou jornalismo literatura), uma estranha capacidade de evocar, de nos arrancar de onde estamos, tal é a simplicidade e ao mesmo tempo a enorme mestria, com que estão escritas estas histórias. Sinceramente, não consigo descobrir onde é que está o segredo, tal é o invisível labor que Joseph Mitchell terá posto em esconder as costuras nas suas belíssimas crónicas.
Deste autor tinha lido antes O Segredo de Joe Gould, com a chancela da Dom Quixote.
E por isso fica já na calha Sou Todo Ouvidos, colectânea de artigos de jornais, e que já foi publicado o ano passado também na Âmbar.
Mas este Fundo da Baía vai já direitinho para o topo dos meus livros de 2007.

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quinta-feira, maio 17, 2007

Mulheres mais perigosas

Este museu agora já existe. Trá-lo a editora Quetzal, ao custo de cerca de 29 euros a sua franquia, e podemos assim aceder a este universo da leitura – no feminino- pelo pincel de Fragonard, Heckel, Hopper, Manet, Matisse, Munter, Rembrandt, Vermeer, etc., ou até pela máquina fotográfica de Eve Arnold, que dá a incrível imagem de Marilyn Monroe a ler o romance "Ulisses", de James Joyce.
As mulheres vão aqui vistas ora como "leitoras abençoadas", ora "leitoras fascinadas", "autoconfiantes", "sentimentais", "apaixonadas" ou "solitárias".
Excelentes reproduções, bom papel, grafismo de quilate, aqui não se arrisca mesmo nada.
O único risco é de facto elas tornarem-se ainda mais perigosas.
Por mim falo, que levei e abri este museu lá por casa.

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quinta-feira, maio 03, 2007

Livro: O Erro da OTA

Edição pela Tribuna, com saída marcada para a primeira quinzena de Maio, «O Erro da Ota e o Futuro de Portugal: a Posição da Sociedade Civil», de autoria múltipla:
Prof. Eng.º António Brotas, Prof. António Barreto, Escultor Cerveira Pinto, Prof. Eng.º António Diogo Pinto, Prof. Doutor Galopim de Carvalho, Arq.º Carlos Sant'ana, Eng.º Frederico Brotas de Carvalho, Arq.º Gonçalo Ribeiro Telles, dr. José Carlos Morais, Major General PilAv, José Krus Abecasis, General José Loureiro dos Santos, Judite França, Arq.º Luís Gonçalves, Prof. Mendo Castro Henriques, Dr. Miguel Frasquilho, Patrícia Pires, Dr. Pedro Quartin Graça, Engº Reis Borges, Dr. Rui Moreira, Rui Rodrigues, Eng.ª Teresa Maria Gamito e Dr. Vítor Bento.
Mais informações aqui.

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terça-feira, abril 24, 2007

Os livros do Carmo e da Trindade

Ontem, 23 de Abril, comemorou-se o Dia Mundial do Livro. Neste mesmo dia, em pleno Largo Trindade Coelho, ao Bairro Alto, inaugurou-se a iniciativa Os livros do Carmo e da Trindade, da Livros Cotovia, com uma venda de livros manuseados e em saldo, a decorrer entre os dias 23 e 29.
Quem conhece a Cotovia sabe que ali, saldos são mesmo saldos: livros a €1, €2, €3, €4….!!
Venda ao ar livre, - que a primavera, mais ou menos regada está aí- foram ainda convidados editores, livreiros e alfarrabistas. A Cotovia chamou igualmente a florista Pequeno Jardim e a BIOCOOP, para que com os livros venham também flores e produtos de agricultura biológica. E como ainda era pouco, planearam-se animações de rua e eventos de índole cultural que decorrem em paralelo, entre estes dias 23 e 29.
Horário de funcionamento e programação: AQUI.

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Nossas árvores

Árvores e Florestas de Portugal: o jornal Público considera-a o maior projecto editorial alguma vez realizado sobre a floresta portuguesa. São 9 volumes que reúnem a opinião e o testemunho dos maiores especialistas nacionais, e ainda uma vasta colecção fotográfica.
Todas as semanas, junto com o jornal e mais € 10.

Volume 1 - 19 de Abril FLORESTA PORTUGUESA Imagens de tempos idos
Volume 2 - 26 de Abril OS CARVALHAIS Um património a conservar
Volume 3 - 03 de Maio OS MONTADOS Muito para além das árvores
Volume 4 - 10 de Maio PINHAIS E EUCALIPTAIS A floresta cultivada
Volume 5 - 17 de Maio DO CASTANHEIRO AO TEIXO As outras espécies florestais
Volume 6 - 24 de Maio AÇORES E MADEIRA – A floresta das ilhas
Volume 7 - 31 de Maio FLORESTA E SOCIEDADE Uma história em comum
Volume 8 – 07 de Junho PROTEGER A FLORESTA Incêndios, pragas e doenças
Volume 9 – 14 de Junho GUIA DE CAMPO As árvores e os arbustos de Portugal continental

Para os amantes do(s) verde(s), e também para quem não se resume a apenas circular pelas auto-estradas, ou ainda não apanhou aquela rotina erecta no pescoço que o impede de rodar míseros graus que sejam. Também para quem gosta de abrir os olhos, e com eles a alma. Finalmente, para entender melhor que, passado, presente e futuro, não têm de se sintetizar apenas em pinhal e eucalipto.

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quarta-feira, março 28, 2007

João Barrento

Com o livro "A Escala do Meu Mundo", que por aqui li e me entusiamei, João Barrento (também blogosférico), acaba de ganhar o Grande Prémio de Crónica APE (Associação Portuguesa de Escritores), patrocinado pela Câmara Municipal de Sintra.

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